domingo, 18 de junho de 2017

                                               

                          A CONFISSÃO DO “BRANQUINHO”.



                               


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Alheio a toda polêmica que provocou, involuntariamente, o devoto “Branquinho”, após prestigiar, do palanque, o Recital da Banda Carlos Gomes, procurou o repórter-fotográfico Elvis Palma.

Desejava fazer uma confissão.
__ Confessar, publicamente, sua admiração pela vereadora Nádia, defensora dos animais?
___ Esclarecer que sua presença nas procissões, sob intenso foguetório não foi uma represália ao projeto da vereadora, que pede a restrição ou extinção dos fogos, com rojões, nos eventos em Laguna.  







Sua manifestação pública foi para dizer, que as opiniões conflitantes, divergentes, não podem ser ignoradas, pelo contrário, devem ser respeitadas.
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Graças ao “Branquinho” a solicitação da parlamentar chegou às redes sociais, ganhou às ruas. Provocou debates que deverão esquentar as  próximas sessões da Câmara.
__ É o momento de argumentar e convencer!
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___ Voltemos à confissão.

___ Amigo Elvis, sei que o Gegê, teu parceiro de programa de rádio, também é musico da Banda Carlos Gomes.
___ Exato, é um músico de futuro...
___Por isso mesmo é que meu pecado não terá absolvição...
____ O que fizeste de tão pecaminoso?

___ Fiz xixi na tuba do Gegê...
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                  MERCADO PÚBLICO




Walmor de Oliveira, prefeito da Laguna, período 56/59, além da construção do atual prédio do Mercado Público, ele inovou no atendimento à saúde da população.
Criou na cidade, o SAMDU ( Serviço de Assistência Médica Domiciliar Urgente),  conseguindo ambulâncias e contratando médicos e enfermeiros.
O termo SAMDU virou sinônimo de rapidez.
Como não havia ligação rodoviária com o distrito de Ribeirão Pequeno, Walmor  colocou em funcionamento a Ambulância Naval. Uma lancha que transportava os profissionais médicos até aquele distrito.
                          
O SAPS foi outra inovação. Um mini-mercado que vendia tudo pelo preço de custo.
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Cerca de 60 anos após sua construção o Mercado Público está, em reforma, porém, com obra paralisada há uns dois anos.



      Semana que passou, órgãos representativos do comércio local estiveram com o prefeito Mauro Candemil, perguntando sobre o Mercado, Terminal Pesqueiro, etc.
___ Perguntar sobre coisas, que toda a torcida do Flamengo já sabe?
Entidades tão importantes não podem, como dizia Nelson Rodrigues, continuar com complexo de vira-latas, com o rabo entre as pernas. O negócio é exigir solução e apresentar sugestão.
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 De quanto se precisaria para deixar cada Box do Mercado  em condições de uso?
De posse destes dados, cada dependência seria alocada. Os próprios  locatários terminariam as obras às suas custas,  descontando do  aluguel.
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A pintura externa, responsabilidade da Prefeitura.
Um deputado, com verbas de sua representação parlamentar, poderia patrocinar a tinta. Utilidade Pública.
Não podemos continuar matando cachorro a grito.
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PAÇO MUNICIPAL
    Pererecas ocuparão lugar das pombas.
Ainda, no governo de Everaldo, as repartições públicas municipais, que ocupavam o Centro Comercial Tordesilhas, deixaram o local por causa de uma invasão de pombas.
Uns dizem, que foi por  determinação da Vigilância Sanitária, outros afirmam, que foi decisão do prefeito. Não tinha afinidade com as ditas aves.
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Em breve, o Centro Administrativo  Tordesilhas será o novo “QG” das Pererecas. 











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                                                                                                                                                                                                          HORA DE COMEÇAR A CORRER ATRÁS DA
                                  MÁQUINA


                  SINAL DE ALERTA NO PAÇO MUNICIPAL. 


                                                                                                                                                                                                                         Notícias que chegam da capital do Estado não são nada animadoras                                                                                                                                                                                                 Jornalistas especializados em  política apontam o caminho, dado como certo:
    Raimundo Colombo e Eduardo Pinho Moreira vão mesmo disputar uma cadeira no Senado da República.
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A esperança do prefeito Mauro Candemil era que o vice Eduardo Moreira assumisse o comando do Estado, já no começo do próximo ano.
Ao que tudo indica, não vai ocorrer.
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Com o super padrinho envolvido em campanha eleitoral, nosso prefeito vai ter que correr atrás da máquina sem sair dos trilhos e nem perder a linha.
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___ E, sobre o Colégio Militar, alguma notícia?
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ESPORTES
Iniciativa privada deu um show de competência nas últimas semanas. Corridas de Rua? Gravatá Trail Run,  10 Milhas de Anita e campeonato de surf. Rapaziada arrasou na organização.  O ByChelo até ensaiou umas manobras radicais nas ondas do Mar-Grosso. Velhos tempos...
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  VIAGENS
   Alguns jornais locais publicaram o montante das diárias cobradas pelos vereadores em viagem, nos primeiros meses do ano.
Fiquei sabendo, que três edis viajaram para Curitiba. Teriam ido ver, in loco,  a Vara do Juíz Moro, em ação.
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                     GENTE DE NOSSA TERRA.

                                   O ASSALTO
                Crônica publicada no jornal  “tribuna Lagunense” em 1999.

Assalto não é  mais “privilégio” dos habitantes das grandes cidades, pois em qualquer lugar, campo ou cidade, os marginais estão atacando, invadindo residências com audácia cinematográfica.
       Até na outrora pacata Laguna inúmeras famílias já se viram acuadas, molestadas, roubadas em suas próprias residências.
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A advogada Selva Salles Teixeira havia traçado sua meta. Ao aposentar-se voltaria a viver na Laguna, para curtir, de forma integral as belezas e a tranquilidade da terra Juliana.

     Dito e feito, porém, antes de estabelecer-se definitivamente, por aqui, reuniu as amigas e partiu num voo internacional, conhecendo as principais capitais do mundo, inclusive Varsóvia, em busca dos ancestrais da amiga Lala Labanowski.
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    Na praia do Mar-Grosso, na encosta do morro, Selva montou seu apartamento, no segundo andar.
Vizinhos ilustres, Rogério Ulysséa, Jairo Baião, Lúcia Baungarten, Jacopo Tasso e outros.
    Sua base de operações estava montada. Livre e solta para viver na Laguna, na intimidade de sua gente.
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Certa noite ao chegar  a casa e girar a chave na fechadura, sentiu um pressentimento estranho.
Com cautela, abriu a porta. As luzes foram acesas.

Selva ficou estática, lívida, parada na  soleira da porta.
Parecia que um tornado havia passado por ali. Gavetas retiradas dos móveis e seus  conteúdos espalhados  pelo chão.
Aparelhos de vídeo e de som, microondas, televisão, tudo havia sumido, inclusive objetos de uso  pessoal.

___ O ladrão ainda estaria na casa?
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Até a irreverente  Selva sentiu-se impotente. Logo ela, que tomara uma  caipira na Capela Sistina; cantara o Hino a Jerônimo Coelho no mausoléu de Frederico Chopin, na Polônia e  distribuiu camarão recheado aos soldados da Rainha da Inglaterra, durante a troca da guarda.
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Aos poucos Selva foi recuperando a calma.
Com o passar dos dias transformou seu apartamento  numa verdadeira armadilha contra os amigos  do alheio.
Estava disposta a provar que seu AP não é a casa da sogra onde todo mundo entra e sai sem dar satisfação ao dono da casa.
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Tudo preparado. Esquema montado. Sistema de alarme com raios laser, câmeras de vídeo instaladas em todas as peças, inclusive íntimas.
A partir de então, o ladrão até poderia entrar mais, para sair, só pagando pedágio.
Tinha que passar a noite,  na casa.
       Guerra é guerra.
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