quinta-feira, 27 de abril de 2017




                                      UM PORTO A VER NAVIOS


                                                                         Foto Diário do sul




O Porto da Laguna já foi do DNPVN (Depto. Nacional de Portos e Vias Navegáveis), Ministério dos Transportes e Secretaria Nac. da Pesca.
Atualmente, administrado pela CODESP, de Santos, poderá ser adotado pelo Ministério de Ind. e Comércio, porém, o Ministério da Saúde adverte:
             ___  Em estado Terminal, nosso Porto, poderá ser internado na UTI,  dentro de 90 dias.
Prontuário médico: A Codesp, responsável pelo enfermo, diz que não tem mais condições de bancar o déficit mensal de 454 mil reais.
Se o Ministério de Indústria e Comércio não garantir uma injeção de recursos, ela colocará nosso Porto, de quarentena, dentro de 90 dias.
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Prefeito Mauro Candemil esteve em  Santos (SP), em busca de salvação. Retornou com um “atestado de óbito”, no bolso.

      ___ Ainda é possível a ressurreição de nosso Terminal Pesqueiro?
___ Talvez, se todos se unirem em busca de uma solução:
        Prefeito, junto ao amigo e vice- governador Eduardo Pinho                   Moreira.
Vereadores, pressionando seus deputados e empresários da pesca, colocando  suas experiências e recursos financeiros à disposição de um novo projeto de gestão para o Porto, começando pela construção de uma nova fábrica de gelo.

Caso contrário, nosso Porto ficará a ver navios, de luneta...
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 O LAGUNA TOURIST HOTEL
PODERÁ DESAPARECER.   

                      



Na última reunião do Conselho Municipal de Desenvolvimento, dia 25,  dois Grupos Empresariais apresentaram projeto do novo empreendimento para aquele local paradisíaco.
Seriam construídas três torres (centro comercial, lojas, aptos, etc.)

               Pelas informações,  que corriam  pela cidade, o hotel já vinha equilibrando suas contas com dificuldade e muita criatividade.
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                                                                                          CHALEIRA





Enquanto o chefe político ajeitava a erva na cuia de chimarrão, os bajuladores ficavam atentos, de olho na chaleira. Assim que a água fervia, cada qual queria ser o primeiro a levá-la para o chefe.
Foi, assim, que chaleira virou sinônimo de puxa-saco.

              Na Câmara da Laguna, na atual legislatura, temos um caso que, ainda, não foi bem diagnosticado.

___ Quem é o líder do governo na Casa do Povo?

___ Oficialmente, Thiago Duarte (PMDB) é o líder de direito, no entanto, Kleber da KEK (PP), que fala mais que o homem da cobra, é de fato, o maior defensor do prefeito naquele Poder.
Tono Laureano (PMDB) fica no banco de reserva, mas toda vez que entra em campo, veste a camisa do Mauro.                                                         Com isto vai aumentando sua influência no Paço Municipal, mandando e desmandando.
Diante deste panorama ( nada a ver com o programa dos “meninos” da Rádio Garibaldi) permaneço com a mesma dúvida:


        A QUEM DEVO OFERECER O TROFÉU “CHALEIRA”?
        Ao Thiago, ao Kek, ou ao Tono?


Enquanto persiste a indecisão vamos cantando a velha marchinha carnavalesca:
“Iaiá me deixa subir nessa ladeira/ eu sou do bloco, mas não pego na chaleira...”.
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SUSTO.
 A mulher acorda, abre a porta, e dá de cara com um caixão de defunto.
Sobre ele, um cartaz: “ Aproveite a condução. É grátis!
O caso teria ocorrido na localidade do Lagamar, atual Vila Vitória. ___Será, que a Morte já está  enviando  transporte a domicílio?
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A dona de casa, mulher prática, transformou o esquife num canteiro, onde pretende plantar mudas de sempre-viva.
Para evitar os vândalos noturnos ela coloca uma vela acesa sobre o caixão. Sempre assusta.
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                                  NOSSO CANTINHO           



               LAGUNA, SUA GENTE E SUAS HISTÓRIAS.
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               PARA POMBOCA ESCONDIDA, PAU DE FOGO.






Lá, pelo final da década de 60, a grande atração do Centro Histórico era a pesca de camarão, ao longo do cais. Pesca noturna.
Desde cedo, as pessoas guardavam lugar, cada qual escolhendo os melhores pontos.
A partir da 18 horas, aproveitando o lusco-fusco, os pescadores (amadores) caminhavam  em direção a Lagoa Santo Antônio dos Anjos, levando às costas, as enormes cocas, presas a um pau de uns três metros de comprimento.
Ao caminhar, assemelhavam-se a enormes libélulas, de asas de seda, em busca da luz.

         Numa das mãos, a indispensável “POMBOCA”. Termo regional dado às pequenas lamparinas, construídas de folhas-de-flandres, abastecida com óleo ou querosene, no qual se embebe uma “torcida”  (pavio),
Dizem, os entendidos, que nada atrai mais o camarão que a luz mortiça das pombocas.  
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Álvaro Sebolt, comerciante, já falecido, dono da Farmácia Sebolt, era homem de bom coração. Filantropo por natureza, mas tinha um gênio irascível. Ai de quem lhe  pisasse nos calos.
Pescaria era sua paixão. Pescava de tudo, em qualquer lugar. Costões, lagoas, alto mar, inclusive, camarão no cais.
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Naquele dia, ele chegou e colocou sua candeia ao lado do Mercado Público.
A lamparina, como era hábito, ficava guardando lugar.

Quando ele retornou, à noite, com toda a parafernália nas costas, seu lugar estava ocupado e sua lamparina havia sumido. Ninguém sabia de nada.
O sangue subiu-lhe ao rosto. Parecia que ia explodir, no entanto, ele deu meia volta e sumiu, retornando alguns minutos depois, com um revólver na mão.
___ Para quem gosta de esconder pomboca, eu tenho aqui um pau de fogo!
E deu dois tiros para o ar.

Correria geral.

O cidadão, que havia jogado a lamparina do “seo” Álvaro, no mar, tremendo como vara verde, justificava-se:

___Por favor, foi um acidente. Assim que minha mulher chegar eu lhe cedo a pomboca dela.
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Finalmente, já de posse da pomboca da vizinha, seo Álvaro pode pescar em paz.

      Moral da história: Quem não luta pelo que é seu, perde a        pomboca e leva pau.     

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